Louca por Séries: The Handmaid's Tale


A série “The Handmaid's Tale” (O Conto da Aia – em português) é um seriado americano produzido pelo streaming Hulu e baseado no livro homônimo da autora Margaret Atwood.

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Sinopse: Depois que um atentado terrorista ceifa a vida do Presidente dos Estados Unidos e de grande parte dos outros políticos eleitos, uma facção catolica toma o poder com o intuito declarado de restaurar a paz. O grupo transforma o país na República de Gilead, instaurando um regime totalitário baseado nas leis do antigo testamento, retirando os direitos das minorias e das mulheres em especial. Em meio a isso tudo, Offred é uma "handmaid", ou seja, uma mulher cujo único fim é procriar para manter os níveis demográficos da população. Na sua terceira atribuição, ela é entregue ao Comandante, um oficial de alto escalão do regime, e a relação sai dos rumos planejados pelo sistema.

A série The Handmaid's Tale conta uma história de um futuro distópico, onde as mulheres passam a ser subjugadas a reprodutoras (já que a crise de mortalidade infantil), faz com que elas vivam sob um novo regime ditatorial teocrático e fundamentalista nos Estados Unidos.  Mais a série vai muito além disso, com uma estrutura brilhante e um roteiro que consegue balancear a história entre flashbacks de como era a vida antes de tudo começar, e a vida atual dessa civilização que passa a viver nesse regime e suas novas leis.

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The Handmaid's Tale é uma ficção cientifica em vários momentos, porém o que torna a trama da série assustadora e a sua proximidade com a nossa atual realidade, e a qualidade técnica e as atuações marcantes dessa produção, só torna a veracidade das cenas ainda mais assustadoras também.  Elisabeth Moss (uma das melhores atrizes da atualidade) vive June /Offred, uma aia que deve sua vida arrancada, sua identidade e sua história, agora ela vive para trazer a vida a uma criança, enquanto mês após mês, ela é violada para que tal ato aconteça. E neste momento que conseguimos ver a interpretação magnifica dessa atriz que não fala nada, mas cujas expressões falam por ela mesma, a forma como seus gestos corporais fazem com que ela demonstre sua repulsa aquele ato e sensacional.

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A série trabalha questões sociais e principalmente a forma como nós mulheres somos vistas e como deveríamos ser subjugadas a posição apenas de mãe e esposa, não mulher que tem desejos e principalmente um pensamento (muitas vezes mais amplamente) do que um homem. E isso, não é algo fora do comum, na idade média a Igreja pregava que a mulher devia ser vista apenas para procriar, e o estrupo não era um crime (no livro medieval de Chretien de Troyes – Romances da Távola Redonda) a uma cena onde uma mulher é quase violentada e o Lancelot fica analisando se deve, ou não ajuda – lá, pois aquilo naquela época não era um crime... era uma forma de punição para a mulher.

Então a série não traz nada fora de um contexto em que nós mulheres somos sempre submetidas, mas nem por isso, a série é o que poderíamos considerar feminista, embora tenhamos a força e a cada novo episódio o desejo de lutar e de serem ouvidas, a série e muito mais do que isto, e a própria atriz Elisabeth Moss referiu que ela não considerava a série feminista, mas que a considerava uma série humana, sobre os humanos. E realmente é, afinal nela encontramos as formas mais obscuras que um ser humano pode chegar a ser, e principalmente que nós mulheres em muito não apoiamos uma as outras, mas sim, nossos próprios interesses.

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Ainda assim, vejo um reflexo visível de feminismo nesta série, por termos mulheres como centro de sua narrativa e a falta de liberdade que a mulher tem neste mundo. Independentemente de sua posição social, afinal a esposa do comandante Serena Joy (Yvone Strahovski) vive segundo as ordens de seu marido a quem ela é submissa e deve sempre obedecê-lo, segundo a nova lei. Essa atriz também está arrasadora, embora todo o elenco esteja de parabéns por suas entregues atuações.

The Handmaid's Tale é uma série obrigatória a todos, especialmente nos dias atuais, onde conseguimos acompanhar diversas mudanças no cenário político sendo retrogradas. A nova série do Hulu não pretende ser uma previsão do que possa vir a ser o futuro, mas ainda assim, trabalha com fatos que não fogem ao que podem acontecer, e seria realmente assustadora se pensarmos que pode. Não acham?

CLASSIFICAÇÃO



Homem-Formiga e a Vespa | Dica de Cinema


Homem - Formiga e a Vespa, chegou ao cinema nacional dia (05) julho em uma sequência que vem recebendo ótimas críticas e podemos afirmar: ESTE É O ANO DA MARVEL!

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Sinopse: Após ter ajudado o Capitão América na batalha contra o Homem de Ferro na Alemanha, Scott Lang (Paul Rudd) é condenado a dois anos de prisão domiciliar, por ter quebrado o Tratado de Sokovia. Diante desta situação, ele foi obrigado a se aposentar temporariamente do posto de super-herói. Restando apenas três dias para o término deste prazo, ele tem um estranho sonho com Janet Van Dyne (Michelle Pfeiffer), que desapareceu 30 anos atrás ao entrar no mundo quântico em um ato de heroísmo. Ao procurar o dr. Hank Pym (Michael Douglas) e sua filha Hope (Evangeline Lilly) em busca de explicações, Scott é rapidamente cooptado pela dupla para que possa ajudá-los em sua nova missão: construir um túnel quântico, com o objetivo de resgatar Janet de seu limbo.

Título original:  Ant-Man and the Wasp
Direção: Peyton Reed
Elenco: Paul Rudd, Evangeline Lilly, Michael Peña.
Gêneros: Ação, Ficção científica, Aventura
Distribuidor: DISNEY / BUENA VISTA

O Homem - Formiga é uma produção que estreou pela primeira vez em julho de 2015 e agora após três anos, recebe sua sequência. Embora eu não tenha assistido ao primeiro filme, e devo confessar, não pretendo assistir este segundo, pois não sou muito fã desta história, embora goste de produções de heróis. Porém, para você que curtiu ao primeiro filme, ou ama os heróis da Marvel, aliás este ano está sendo o ano deles, após o grande lançamento de Pantera Negra e Os Vingadores: Guerra Infinita. Vale assistir a este mais novo lançamento!

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Por isso, corra ao cinema mais próximo de você e assistir a esta dica de cinema com mais um herói Marvel que conta com um elenco de peso, afinal temos Michael Douglas no elenco e a atriz Michelle Pfeiffer.  

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Dica de Filme: Jogador Nº 1


Jogador Nº 1 é uma produção única com a brilhante direção de Steve Spielberg que como sempre nos surpreende com um filme recheado de efeitos visuais louváveis.

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Sinopse: Num futuro distópico, em 2044, Wade Watts (Tye Sheridan), como o resto da humanidade, prefere a realidade virtual do jogo OASIS ao mundo real. Quando o criador do jogo, o excêntrico James Halliday (Mark Rylance) morre, os jogadores devem descobrir a chave de um quebra-cabeça diabólico para conquistar sua fortuna inestimável. Para vencer, porém, Watts terá de abandonar a existência virtual e ceder a uma vida de amor e realidade da qual sempre tentou fugir.

Título original:  Ready Player One
Direção: Steven Spielberg
Elenco: Tye Sheridan, Olivia Cooke, Ben Mendelsohn mais
Gêneros: Ficção científica, Ação
Distribuidor: WARNER BROS

Jogador Nº 1 é o retorno brilhante de Steve Spielberg que consegue surpreender positivamente e prova que uma boa direção consegue transformar uma história que tinha tudo para fracassar em um enorme sucesso. Afinal os efeitos visuais desta produção são utilizados incessantemente, o que poderia vir a tornar – se um defeito como muitos outros que tentaram trazer efeitos de jogos de videogames para as telas de cinema é fracassaram. Porém estamos falando de Spielberg, e não tinha como ele oferecer um filme aos telespectadores menos do que excelente.

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Com uma história diferente de tudo já produzido Jogador Nº 1 e um filme revolucionário em seu conceito, com grandes efeitos (que antes só tinha visto em Avatar – de James Cameron) embora em estrutura não.  O filme recria uma época que nos remetem aos clássicos dos videogames antigos, além é claro, da cultura pop da década de 70 e 80 até aos anos 90.

Por isso, se você gosta de excelentes efeitos, ótima trilha sonora e uma excelente história você com certeza deve assistir Jogador Nº 1, por isto, esta produção é a minha dica de filme para a sua sexta feira a noite. Com uma trama completa, ótimas atuações que tornam o longa ainda melhor do que o esperado, afinal quem pensaria que um filme sobre jogos virtuais traria uma trama interessante e que vai fazer você viajar nesta jornada e torce pelos personagens.

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Além é claro de um desfecho incrível para uma história inesquecível trazida nesta produção por Steve Spielberg que consegue ao final nós fazer chorar, sim, acredite você vai se emocionar com o final e com certeza uma das obras mais completas que traz um excelente enredo de nostalgia e modernidade. ASSISTAM!

Jurassic World: Reino Ameaçado | Crítica


O primeiro filme da franquia Jurassic Park chegou aos cinemas em 1993 com a direção de Steve Spielberg, 25 anos depois Jurassic chega aos cinemas em uma nova versão intitulada Jurassic World: Reino Ameaçado.

Jurassic World: Reino Ameaçado, crítica, uma garota chamada samSinopse: Três anos após o fechamento do Jurassic Park, um vulcão prestes a entrar em erupção põe em risco a vida na ilha Nublar. No local não há mais qualquer presença humana, com os dinossauros vivendo livremente. Diante da situação, é preciso tomar uma decisão: deve-se retornar à ilha para salvar os animais ou abandoná-los para uma nova extinção? Decidida a resgatá-los, Claire (Bryce Dallas Howard) convoca Owen (Chris Pratt) a retornar à ilha com ela.

Data de lançamento: 21 de junho de 2018 (2h 08min)Direção: Juan Antonio BayonaElenco: Chris Pratt, Bryce Dallas Howard, Rafe Spall maisGêneros: Aventura, Ficção científica

Jurassic World chegou aos cinemas nacionais no dia (21) de junho, com uma excelente premissa, embora seguindo a continuação do filme anterior Jurassic World – O Mundo dos Dinossauros” lançado em 2015. Nesta continuação temos novamente Chris Pratt (Nick Van Owen) e a atriz Bryce Dallas Howard (Claire Dearing) nos respectivos papeis principais.

Com a direção de Juan Antonio Bayona (Sete Minutos para a Meia Noite) temos um novo olhar e novidades na franquia, que até o filme anterior não havia apresentado grandes diferenciações do que seus antecessores. Com um suspense maior e um roteiro mais sério e sombrio, Jurassic World: Reino Ameaçado, torna – se um filme diferente do que vinha sendo feito. Com bastante sequências eletrizantes e cenas com uma fotografia incrível, o filme consegue dar um passo e se transformar em algo novo e assustador.

Conseguindo captar o telespectador a cada nova cena apresentada no filme, dando a Jurassic World, um horizonte novo, com um clima tenso, de terror, sendo o oposto apresentando no filme de 2015. Este definitivamente me prendou, me deixou tensa, apreensiva do que poderia vir a acontecer, pois a imprevisibilidade era algo aterrorizante – Este definitivamente não é um filme da franquia feito para crianças.

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Além disto, o roteiro bem elaborado com a excelência da direção de Bayona, trouxeram a Jurassic World: Reino Ameaçado este terror trazido por ele em “O Orfanato” (por exemplo), trazendo a assinatura pessoal do diretor para o filme ao criar uma atmosfera obscura nesta produção. Com efeitos visuais brilhantes e um jogo de sombras assustadores, além é claro de conseguir um efeito mais realistas as cenas.  Sem deixar de fora as excelentes atuações dos atores principais, assim como de todo o elenco, que estão brilhantes e convincentes em seus respectivos papeis, uns melhores do que outros, mas ainda assim, ótimas atuações.

·         Considerações Finais:

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Ele é bom, com ótimas atuações tornando Jurassic World: Reino Ameaçado o primeiro longa que se diferencia dos outros desta franquia, embora tenha alguns problemas, como a demora em engatar quando a história e quando finalmente acontece, não dá espaço para respirar porque vem uma enorme sequência de acontecimentos, mas ainda assim, você consegue se divertir e aproveitar um bom filme com a família e amigos, ou seja, no geral o filme cumpre bem o seu papel de entreter o telespectador não decepcionando ao final.

Viciada por Desenhos: As Trigêmeas


As Trigêmeas e um daqueles desenhos que sempre nos remete a nossa infância, baseado numa série de livros o desenho passava no canal Futura e trazia as aventuras de três irmãs.


Sinopse: As Trigêmeas foram criadas em 1983, baseadas nas filhas da escritora e ilustradora Roser Capdevila, nascidas em 1969. As histórias dos livros foram bem sucedidas, e imediatamente começaram a ser publicadas em muitos países. Em 1985, foi adicionado uma nova personagem, a tia das trigêmeas "Bruxa Onilda" ("La Bruixa Avorrida"), que passou a mandar as três para dentro de clássicos da literatura infantil, ou acontecimentos históricos envolvendo Marco Pólo, Cristóvão Colombo ou Cleópatra.

As Trigêmeas são uma série de livros da escritora Roser Capdevila, que também era ilustradora e trabalhava nos desenhos dos livros. As três personagens foram baseadas, nas filhas trigêmeas da escritora, chamadas Anna, Teresa e Helena. As histórias dos livros também foram adaptadas para a televisão, tornando – se uma série de desenho animado infantil, na qual a própria escritora, também trabalhou como diretora de arte.

O desenho estreou no Brasil pelo Canal Futura em 1998 e 1999 passou também na Rede Globo. Foi exibido pela TV paga nos canais Cartoon Network e Boomerang. As Trigêmeas mostravam as aventuras de Anna, Teresa e Helena, que quando se comportavam mal eram punidas pela Bruxa Onilda que as mandava para dentro de histórias antigas e contos de fadas. Atualmente vocês conseguem assistir a esta animação pelo Canal Futura.


As Trigêmeas e com certeza um dos desenhos que marcaram a minha infância e que muitas crianças hoje não conhecem, e deveriam afinal as aventuras vividas pelas meninas são divertidas e sempre com uma lição ao final. Este desenho e com certeza uma das animações infantis que fica na memória de todos os que nos anos 90 acompanhavam os desenhos do Futura e da Rede Globo!


Por isto, se você e desta época e ainda assiste até hoje o canal Futura vai com certeza lembrar das aventuras destas três irmãs e que vão sempre ser eternas, este desenho e uma daquelas animações que ultrapassam gerações e que com certeza vou ter o prazer de apresentar aos meus filhos um dia! As Trigêmeas e uma animação fantástica e coberta de grandes aventuras.