Now Is Good - Crítica

Sinopse :  Tess (Dakota Fanning) tem 17 anos e está a morrer de leucemia. Assumido este facto como inevitável, decide não se deixar levar pela amargura e aproveitar o tempo que lhe resta para tudo o que sempre desejou e não teve oportunidade – ou coragem – para fazer. Apesar do amor e dedicação incondicional dos seus pais (Olivia Williams e Paddy Considine), essa decisão vai chocar com a incapacidade destes em aceitar o facto de que, muito em breve, a perderão para sempre. Porém, com o tempo ambos acabam por entender que têm de aceitar as evidências e ajudá-la naquilo que mais anseia: experimentar a vida, fazendo tudo o que esta em sua lista. E é então que, no meio das mil coisas que decide pôr em prática, Tess conhece Adam (Jeremy Irvine). Entre eles nasce um amor tão grande que, ameaçado pelo pouco tempo que lhe resta, acaba por tornar a partida da jovem ainda mais trágica e dolorosa…


Now is Good e baseando em um livro chamado ”Before I Die" de  Jenny Downham, eu havia lido o livro dois anos antes de o filme ser lançado, e quando foi anunciado que a atriz americana Dakota Fanning seria a Tessa, eu espera uma grande atuação, porque elogios a parte, sou uma grande fã dos trabalhos da Dakota, por acompanhar a maioria de seus trabalhos e se tratando de um livro como este, que mexeu muito comigo, eu realmente esperava mais, então, não veio,  a atuação de Dakota Fanning com Tessa deixa muito a  desejar em muitas cenas do  filme,utilizando de expressões tão superficiais que não consegui sentir o que senti quando li o livro pela primeira vez.

O livro narra muitos aspectos conflitantes de Tessa que por falta de coragem do diretor ou até mesmo de quem adaptou o roteiro deixou de lado, optando por um caminho um pouco superficial da história.

Os poucos pontos fortes do filme são as atuações de Olivia Williams e Paddy Considine que fazem um excelente trabalho com pais de Tessa,primam por tornam seus papéis tão pequenos, grandes em meio a uma teia mais juvenil,fazendo o filme obter um ar mas maduro, mesmo faltando isto ao longa, é Jeremy Irvine e a grada surpresa do filme a escolha dele como Adam foi perfeito, ele consegue transmitir tudo o que o personagem do livro demonstra ser, o que o torna uma das poucas coisas boas do filme.

Now Is Good  não seguiu muitos aspectos do livro o que me deixou um pouco chateada, por que eu esperava muito mais fidelidade ao livro o que não houve. Apesar de todos estes pontos o filme soube emocionar, e nos dando uma excelente trilha sonora. Recomendo para quem ainda não viu, que veja, e leia o livro por que é uma história que vale a pena ser lida, por que fala sobre viver, e aprender a viver mesmo com certas limitações, nos fazendo enxergar muitos pontos na vida que nos recusamos.


Pena que no final do filme ficamos pedindo secretamente para que o amor possa curar tudo, mas o amor não cura um câncer.


E uma frase dita no final do filme me emocionou muito:

“Momentos. Nossa vida é uma serie de momentos. Cada um. Uma viagem para o fim. Desapegue. Desapegue de tudo.”


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