Very Good Girls | Critíca

Very Good Girls, Crítica, Uma Garota Chamada Sam
Sinopse : Duas amigas fazem um pacto de perderem a virgindade juntas durante o primeiro verão após saírem da escola. No entanto, elas se apaixonam pelo mesmo menino, um artista de rua, e pela primeira vez a amizade das duas é posta em risco.

Very Good Girls pode parecer um filme um tanto clichê, contando a história de duas amigas que acabam gostando do mesmo cara, algo meio parecido com outros filmes já realizados. Ainda sim, não precisamos de muitos motivos para buscar diferenças, nem para gostar do filme, afinal temos Dakota Fanning e Elizabeth Olsen (Sim Olsen, nada menos do que a irmã mas nova das Gêmeas mais famosas do mundo). Aparecem neste longa dirigido por Naomi Foner (mãe dos atores Maggie e Jake Gyllenhaal) que estreia como diretora nesta produção.

De início não me apaixonei pelo filme, porque ele começa bastante focado na amizade entre a Lily (Dakota) e Gerri (Elizabeth), e até ai a história e bastante focada na vida em família das duas garotas,que vivem conflitos familiares como todo mundo. Até a aparição de David(Boyd Holbrook), que traz uma movimentação na vida dessas duas amigas, já que Gerri se interessa por ele, mas ele começa a se envolver com Lily. Um triangulo amoroso, uma coisa que detesto tanto em livros quando em filmes, porque a gente sempre acaba querendo que todos fiquem contentes no final.

Mas acho que o diferencial desde filme foi exatamente isso, ali não havia a busca de felicidade com o cara, ou com quem das duas ele ficaria, mas sim, se a amizade delas seriam tão forte para superar este impasse que acaba acontece entre as duas.

Acredito que o fato de não se prender a este triângulo amoroso ficou legal, já que o longa aborda também a convivência dos jovens com os seus pais e, sobretudo, na relação de conveniência entre aquilo que esses pais vivem na sua vida pessoal e o que os filhos têm (ou não têm) a ver com isso, e se realmente acaba afetando a vida dos filhos e refletindo em suas relações com eles.

Very Good Girls, Crítica, Uma Garota Chamada Sam

Sem contar a trilha sonora que ficou com a queridinha Jenny Lewis, atriz desde de pequena, utilizando-se de uma musicalidade delicada e graciosa, Jenny traz canções originais e que combinou perfeitamente com o clima do longa.

Este filme pode se considerado sobre descobertas do primeiro amor, da primeira vez e sobre tudo um aprendizado que um relacionamento amoroso pode trazer, mas acima de tudo isso dito por mim, acho que a grande mensagem de "Very Good Girls" seja sobre amizade e o valor dela sobre as provações pelas quais qualquer amizade pode passar, mas se for verdadeira sobreviverá ou não. Isso só depende do quão forte sua amizade é. 





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