Poesia de Quinta


Eu lembro da primeira vez que nos olhamos, e ainda sinto o toque de suas mãos, talvez você não lembre, mas te abracei em meus pensamentos naquela noite, e nesta noite você me beijava. Você disse não corte seu cabelo demais, eu gosto deles compridos.  
E ainda sim cortei e você me disse que eu estava linda. 

Palavras de amor, que nunca retribui, talvez essas poucas palavras expressem o que minhas ações não conseguem transmitir, tudo o que minha teimosia me limita a fazer.

Talvez as coisas mudem, as palavras nos afastem, mas neste momento a chuva cai lá fora, e aqui dentro você pertence a mim,  não ligue se a hora correr, eu mudarei  as estações e farei as horas parrarem, para que todos aqueles momentos sejam nossos momento de amor.

Eternos ou não, as vezes é preciso ter os poucos momentos para valorizarmos os grandes, a vida e difícil e nos temos caminhos opostos, como pontes que nos separam, e difícil olhar quando o ônibus segue e você me deixas para trás. 

As estações mudam tanto, e nossa relação pode mudar, 
mas espero que seja este amigo que me acalma das tempestades. 

Eu lembro como se fosse ontem.... 

Nunca esqueço que palavras tem pode
e que após a tempestade há sempre um sair do sol. 
Nunca esqueça disso.


 (Este poesia de hoje tinha que ser acompanhada dessa canção)

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