Quando se Apagam as Luzes – Crítica

Quando se Apagam as Luzes é uma produção que pode surpreender, mas para alguns apaixonados por suspense... Pode deixar a desejar.

Sinopse: Desde que era pequena, Rebecca tinha uma porção de medos, especialmente quando as luzes se apagavam. Ela acreditava ser perseguida pela figura de uma mulher e anos mais tarde seu irmão mais novo começa a sofrer do mesmo problema. Juntos eles descobrem que a aparição está ligada à mãe deles, Rebecca começa a investigar o caso e chega perto de conhecer a terrível verdade.

O filme apesar de conter elementos de suspense, também encontramos bastante pontos de terror, com um toque sobrenatural que aparece nas cenas no escuro total. E devo dizer que, foi uma aposta interessante do diretor David F. Sandberg em trazer um filme cuja iluminação, e praticamente pouca, afinal alguns filmes apagam deixando o telespectador sem aquela visão total da cena, mas causa também um suspense de não saber o que vai acontecer. Ainda sim, é arriscado trazer um filme, cuja história se passa no completo escuro.

O único ponto de Quando se Apagam as Luzes que sinceramente não me agradou... Foi a pouca explicação quando alguns fatos envolvendo a Diana, a personagem que assombra a família, e que vive entre eles graças ao apego de sua mãe, que tenta de todas as formas introduzir esse fantasma em sua casa. Afinal se é para fazer um filme de suspense, que no mínimo tenha uma excelente explicação, se não no meado da história, mas no fim dela.


Ainda sim, essa produção consegue te arrancar uns bons sustos, e pode ser considerada uma história de terror mediana e simples, sem grandes descobertas, ou surpresas. Mas gostei do filme, embora não seja a melhor produção do gênero que já conferi, mas ainda sim, vale a pena conferir, para os que ainda não assistiram a essa produção. Só o final que sinceramente... Esperava um pouco mais.

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